Qual a importância da imagem profissional?

Palestra proferida na OAB-Campinas, parte do Ciclo de Palestras promovido pela Comissão da Mulher Advogada. Agradeço à Academia da Palestra (academiadapalestra.com.br) e parabenizo a Dra. Fábia Cristina de Almeida Bigarani pela realização do evento.

Quarta-feira, 27 de março de 2019, assisti no Bom Dia São Paulo a reportagem sobre os 32 motoristas, dentre mais de 30.000 das empresas da capital, que foram homenageados pela SPTransp como os melhores profissionais. Dois motoristas foram entrevistados e a primeira coisa que percebi foi o orgulho que eles têm da profissão. Não sei se tiveram a oportunidade de escolher ou se os caminhos da vida os levaram a ser motorista. Bem humorados, mencionaram sobre a alegria que sentem em poder apreciar a cidade enquanto dirigem e sobre a importância de transportar centenas de pessoas para o trabalho.

 

Iniciei a palestra sobre a importância da imagem profissional, citando essa reportagem. Muito mais do que se vestir adequadamente e demonstrar cuidados com a aparência, uma boa imagem profissional depende do comportamento, do estado de humor, de ver significado naquilo que se faz e, principalmente, de se sentir realizado.  O interno costuma refletir no externo.

É importante ser sincero consigo. Estou feliz com o que faço e na organização em que me encontro? Essa é uma pergunta que precisamos nos fazer sempre.

É difícil transmitir uma imagem adequada quando o que se faz não está congruente com aquilo que realmente gostaria de fazer. Mais difícil ainda é passar o dia em um ambiente cuja cultura organizacional traz algum desconforto. Reclamar e se colocar em posição de vítima só faz aumentar o sofrimento, além de criar um ambiente desagradável e não contribuir para o crescimento profissional, também depõe contra a imagem profissional.

Tão importante quanto saber aonde você quer chegar é saber onde você se encontra.

Essa informação é fundamental para que uma pessoa possa traçar a sua rota.  O ponto em que se encontra envolve muito mais do que o local físico, inclui as vontades, as frustações, os conhecimentos, as habilidades, os comportamentos, a autoimagem, a autoestima, enfim, tudo aquilo que a compõe no momento.

Estar aberto para receber feedbacks, ouvir a si mesmo sem culpa, buscar autoconhecimento, certamente são atitudes que contribuem para estabelecer com mais precisão o seu local de partida e, sem dúvida, serão fundamentais para definir uma rota congruente com o seu “eu” e que lhe trará e alimentará o seu sentimento de realização.

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